Archive for the ‘Jogos’ Category

Passado, presente, futuro. Tudo mixado.

28/01/2010

Oiiiee! 😀

Sumi uns tempos, conseguir viajar! Eeeeba! Fui pra Atibaia, e depois pra Boracéia… Ótimos lugares, com ótimas pessoas! Pena que o clima (maldita chuva tão (des)necessária) não colaborou muito, mas no final ate que deu uma trégua. Deu pra curtir bem a piscina do sitio e a areia – sem ser de construção – da praia!

Perfeito!

Meu deus, como eu AMO o mar! Já estou com vontade de voltar para a praia, só pra nadar, ouvir o som das ondas, sentir o sal da água do mar…

Tenho mais um mês de férias, e saber disso já me deixa com vontade de quero-mais-não-ter-o-que-fazer . Mas… c’est la vie. Então, carpe diem, viva la vida e don’t worry, be happy…. (momento bregum-le-le, prontoparei)

No geral, minhas férias estão sendo bem legais. To dormindo MUITO, e eu ADORO isso! No resto do ano é só correria, sempre… e essa pausa de chegar a ter tédio por não ter o que fazer, depois deixa uma saudade… Enfim, fiz muitas coisinhas, e vou falar sobre algumas delas hoje.

Passa-tempos Li 1984, obra de George Orwell crítica ao governo da URSS, mais precisamente durante o período durante e pos Stalin.

Capa do livro

O livro é bem interessante, porque na época fazia uma alusão a um possível futuro do mundo (o livro foi escrito no final da década de 40 e tentava ‘prever’ a de 80) com um regime comunista opressor. Apesar do escritor ser socialista declarado, ele se contrapôs ao modelo de governo da união soviética porque o mesmo contrariava e deturpava os idéias socialistas e comunistas originais e do inicio da revolução.

O livro é muito bom porque nos leva a imaginar como seria um mundo onde a privacidade não existisse, controlado por um governo que é sustentado pela ilusão e a manipulação da historia, dos sentimentos e do pensamento das pessoas…

Para quem se interessar, escrevi mais sobre minhas opiniões acerca do livro e coloquei tudo ali na pagina Opinião – Livros 1984 George Orwell! (:

Semana passada, antes de viajar, meu amigão from heart s2 O Barbudo me emprestou o PSP dele pra jogar Pokémon Fire Red durante a viagem. Ele instalou um emulador de gameboy no psp, ai da pra jogar vários jogos da época dos gameboys. Eu tenho o Gameboy Advanced e na época em que o ganhei eu joguei a versão Crystal do Pokémon. Eu tinha nove anos. Sabem quanto tempo faz isso!? O.o

FireRed no PSP 🙂

Enfim, voltando ao assunto… passei minhas noites inteiras durante as viajens jogando Pokémon. O fire red basicamente é uma versão ‘reformulada’ da versão red.

No Zoo da Fuchsia City!

A historia do game é basicamente a mesma (há novas ligas), porem o design do jogo é parecido com o da Crystal. A tela é colorida, e houve uma reformulação nos menus, por exemplo. No geral.. bom, sabecomé. Pokémon, infância, férias, vicio. Muito bom! ^^

Safari Zone

Meus pokemons!

Vida Não paro de pensar no que vai ser fevereiro pra mim, e mal terminou janeiro.

Tantos planos! Volto pro inglês, cursinho começa dia 23 e pretendo fazer alguma outra atividade ainda não completamente escolhida. Talvez yoga ou pilates, para acalmar os ânimos, a mente e o corpo! E claro, largar o sedentarismo (S2)…. Mas, nisso tudo o que eu sinto mais falta e tenho muita vontade de voltar é para o canto.

Não sei se com outras pessoas é assim, mas sabe aquela coisa que você simplesmente ama fazer, se identifica? Não sou boa critica de mim mesma, não sei e nem quero saber se canto bem ou mal, mas eu gosto de cantar. Isso me anima, me revive, me traz vida, alegria! E se apresentar, é uma das coisas que eu mais tenho medo e mais amo! A sensação das poucas vezes (três) em que me apresentei, foi inesquecível.. frio na barriga, ansiedade, suor gelado, medo, felicidade, explosão de mil sentimentos, melhor que montanha-russa…

To prorrogando minha volta pro canto para quando eu conseguir entrar na USP. Não sei se to fazendo a coisa certa, talvez ao longo do ano eu abandone os exercícios físicos ( preguiça-ça D: ) e volte para minha paixão.

Vou tentar fazer o que me deixar mais feliz… mas ta difícil escolher o caminho.

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Especial Filmes: Avatar

14/01/2010

Já ouvi e li em vários lugares sobre o sucesso do filme, a revolução que é em efeitos especiais, o custo bilionário… enfim, ontem, assisti. Férias de verão sem viajar é assim mesmo, cinema. Então, vamos falar de filmes novamente!

Fui assistir o dito cujo la na UCI do shopping Anália. A sessão das 22:30 tava lotaaaada em plena quarta-feira, suponho que seja pela divulgação sem igual do filme e também das criticas (algumas super elogiam, outras destroem o coitado do movie) … enfim. Paguei 9.50 pra assistir a versão 3D, e para minha surpresa e infortúnio, não achei grande coisa o tal ‘3D’… pra mim parece mais um aperfeiçoamento do HDTV, mas sem grandes mudanças radicais, como estou acostumada a ver nas telas 3D de parques de diversão, por exemplo.

Conclusão: podia ter economizado 4 reais(um ovomaltine bobs) e ter visto o filme numa qualidade quase igual. Valeu a pena para ter a experiência do 3D, mas não sei se gasto dinheiro com isso de novo…

O filme realmente impressiona pela riqueza de cores (as cores vivas e florescentes das cenas da floresta são muito lindas) e detalhes, apesar de que esse ultimo pra quem já jogou Metal Gear Solid 4 no PS3 os detalhes não chegam a surpreender “tanto”. Mas, de qualquer forma, no aspecto puramente da imagem, o filme é bem feito e muito belo.

Os efeitos especiais também estão excelentes, principalmente na parte que junta os na’vi com os humanos… Parece realmente que ambos coexistem num mesmo plano, saca? Não fica aquela coisa falsa. Curti!

Em relação a historia do filme, mesma-historinha-clichê-de-sempre.
Por que eu acho isso? Bom, aqui agora contem spoiler, então recomendo você se arriscar hahaha! Mas se preferir, assista antes ao filme. Vamos la!

A mesma-historinha-clichê-de-sempre. Mais ideologia brega ilusória americana, de que você consegue ser alguém pelo seu esforço e sua moral, coragem etc.. (não que isso seja 100% falso, mas a forma americana força muito meldels). O protagonista é um fuzileiro paraplégico, looogo não pode ‘trabalhar’ tão bem quanto seus colegas, e por isso ficam tirando sarrinho dele ou subjulgando-o. Ai ele mostra seu valor quando incorpora o avatar, e consegue ser o primeiro humano a se tornar um na’vi (aprende a cultura na’vi e passa a fazer parte dela). Tudo bem, aceitável. Mas para continuar o clichê, o cara prometeu pro militar fdp conseguir informações sobre a tribo com que ele convive para conseguirem destruir de forma mais eficiente a mesma, maaas, ai, após todo o tempo aprendendo a ser um azul, e após se apaixonar pela menininha que o odiava no começo do movie, ele se arrepende de suas cagadas e precisa provar seu valor defendendo o povo azul.

Ai ele precisa se redimir, reconquistar a confiança do povo na’vi e começa a defender a natureza e mais blábláblá de novo. E, apesar de tooodas as dificuldades, eles vencem. Lindo! Acaba com ele tornando-se um na’vi legitimo e ficando com a mocinha e obviamente, todos em paz e felizes. Tão imprevisível esse final… tão surpreendente! ¬¬’

Sabe, quantas vezes agente não vê historia desse tipo nos filmes americanos? Cansou sabe, já chega! Será que não tem como eles serem mais criativos com historias?

No total achei o enredo muito muito fraco e clichê.

Agora… algumas cenas, meu-deus-do-roteiro-cinematografico! O militar filho-da-maein podia ter morrido 9999x nas cenas da batalha entre os americanos e os na’vi.. mas nããão, ele TINHA que ser o ultimo a morrer, claro! Para ter a luta final magnífica entre o herói do filme e o vilão! Essa cena final me lembrou aqueles jogos no video-game em que você tem que passar por vários adversários pra depois lutar contra o ‘chefão’ final… tipo Crash Bandicoot (Salve Salve N e infância!)

Quanto a questão biológica, da preservação da natureza e tal… achei bem fraquinho. A idéia seria melhor se mostrasse a conexão com a natureza algo não tão distante dos seres humanos, porque afinal as tribos indígenas da TERRA possuem tal conexão. Pena que a atenção para essas tribos humanas e para como elas se fundem tão bem com a mãe natureza é tão desprezada. Mas, voltando ao filme… ele não da muito enfoque nisso, apenas fala no começo que os caras querem domínio sobre Pandora (planeta na’vi) pra conseguir uma pedra que faz sabe-se-la-o-que, porque ela custa não sei quantos bilhões o quilo.. Falou de maneira bem superficial o conflito interesses econômicos x natureza… O filme deu enfoque muito maior a vida do fuzileiro e no conflito bonzinhos x malvados.

Apesar de tudo sai feliz do cinema. O filme ficou apenas no ‘bom’. Só não foi tempo/dinheiro perdido, porque valeu a companhia (mamis e brothis! =D)

No total: interessante pelos na’vi e pelo planeta Pandora – cultura, língua, cores – e pela qualidade excepcional nos efeitos especiais e nas cores. Mas… só. Historia decepcionante – Metal Gear Solid da um pau de 10 a 0, muito mais emocionante.

Sem contar que alem da historia fodastica e dos graficos maravilhosos… MGS agente JOGA! Participa! Muito alem de só assistir!